Category / Direção / História do Cinema
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Entre o real e o encenado com Abbas Kiarostami
Nem todo diretor quer “contar uma boa história”. Abbas Kiarostami, um dos nomes mais importantes do cinema iraniano, seguiu outro caminho: ele queria fazer o espectador duvidar do que está vendo.
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A fúria e a precisão de Akira Kurosawa
Se você já assistiu a um filme de ação com cenas bem coreografadas, cortes dinâmicos e personagens organizados com precisão dentro do quadro, há uma grande chance de estar vendo ecos de Akira Kurosawa mesmo sem perceber.
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“Deus e o Diabo na Terra do Sol” e a vanguarda brasileira
Mais do que uma obra narrativa, o filme propõe uma ruptura estética e política com os modelos tradicionais de cinema, colocando em primeiro plano a necessidade de construir uma linguagem própria, capaz de dar conta das contradições sociais do Brasil.
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O uso do tempo em “A Primavera Azul”, de Toshiaki Toyoda
A Primavera Azul (2001), dirigido por Toshiaki Toyoda é um dos retratos mais violentos e melancólicos da juventude no cinema japonês contemporâneo.
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O Cinema e o desejo de capturar o tempo
Antes de se tornar uma arte, uma linguagem narrativa e uma indústria, o cinema foi resultado de décadas de experimentos científicos.
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Um brasileiro na filmagem de “Passagem de Vênus” (1874)
A história do cinema costuma começar com nomes como os irmãos Lumière ou Thomas Edison. No entanto, antes mesmo da invenção oficial do cinema como o conhecemos, já existiam experiências que combinavam ciência, imagem e movimento.
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Os desafios de Boyhood e sua produção de 12 anos
Boyhood (2014), longa-metragem dirigido por Richard Linklater, é um dos experimentos mais radicais de produção no cinema contemporâneo.
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Coppola e a produção caótica de “Apocalypse Now”
Apocalypse Now: é um dos maiores exemplos de como o processo de filmagem pode ser caótico, desorganizado e ainda resultar em algo genial.
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O incrível plano-sequência de “O Segredo de Seus Olhos”
No filme argentino “O Segredo de Seus Olhos” (2009), dirigido por Juan José Campanella, há um dos planos-sequência mais comentados do cinema.
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A paisagem sonora de “A Mulher Sem Cabeça”
No filme argentino A Mulher Sem Cabeça (2008), Lucrecia Martel utiliza o som como elemento estrutural da narrativa.